O cantor, compositor e pianista Benito di Paula morreu no domingo, 18 de outubro, aos 84 anos, em São Paulo. Segundo a Agência Brasil, ele estava internado no Hospital 9 de Julho e enfrentava um câncer havia cerca de um ano. A notícia foi divulgada na noite de domingo.
O piano encontrou o samba
Nascido Uday Vellozo, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, Benito construiu uma identidade que o público reconhecia tanto pela voz quanto pelo piano. O samba e o romantismo se encontravam em interpretações que ajudaram a projetá-lo nacionalmente nas décadas de 1970 e 1980.
Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, tornou-se um dos nomes associados ao chamado samba-joia. Sua trajetória levou o instrumento de teclas para o centro de uma música popular feita para cantar junto, dançar e lembrar histórias de amor.
Canções que atravessam gerações
“Retalhos de Cetim” está entre as marcas mais conhecidas de seu repertório. “Charlie Brown”, “Se Não For Amor” e “Vai Ficar na Saudade” também ajudaram a manter sua obra presente na memória do público brasileiro.
Mais do que uma lista de sucessos, essas canções mostram a combinação de melodia, interpretação e ritmo que definiu o artista. A homenagem a Benito passa por ouvir novamente essa obra e reconhecer o lugar que ela ocupa na história da música brasileira.
Para ouvir e recordar
A matéria traz uma apresentação de “Retalhos de Cetim”, publicada no canal de Benito di Paula no YouTube. O acesso ao Instagram do artista, @benitodipaulabr, também está disponível nos links ao final da página.
A capa desta homenagem é uma ilustração editorial criada com inteligência artificial, identificada na própria arte.
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